Cotidiano
 
Aplicação do 13º deve ser pensada com antecedência, diz especialista
O conselho do contador Francivaldo Lima é para que o trabalhador aproveite o recurso extra do décimo terceiro com cautela e planejamento
 
Por - Redação I 14/12/2016 - 10:35 -
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Fotos: Divulgação
Para Francivaldo, mesmo se o trabalhador estiver endividado é preciso diagnosticar se essa conta está sob controle ou se encaminha para a inadimplê
O final do ano está chegando e com ele a expectativa de receber um dinheirinho a mais por conta do pagamento do décimo terceiro salário. No entanto, o conselho do contador Francivaldo Lima, professor do Centro Universitário Estácio da Amazônia, é para que o trabalhador aproveite o recurso extra do décimo terceiro com cautela e planejamento, além de sugerir ainda um diagnóstico das finanças microeconômicas para a tomada da decisão.

“Primeiramente, o uso do recurso deve ser pensado com antecedência e baseado na projeção de objetivos”, diz ele, que adianta que não há uma “fórmula mágica” para se chegar ao objetivo de usar com eficiência esse dinheiro. “O que tem que se mudar, é o hábito de economizar dinheiro para concretização de objetivos e não entrar no endividamento”, orienta.

Para Francivaldo, mesmo se o trabalhador estiver endividado é preciso diagnosticar se essa conta está sob controle ou se encaminha para a inadimplência. “Para esses casos, é válido utilizar uma parte do décimo terceiro para quitar as contas. Vale ressaltar, que é importante reservar uma parte do valor para poupar ou investir com o objetivo de formar uma reserva financeira, devido às contas de início de ano ou realização de sonhos futuros”, pondera.

Por outro lado, o professor não descarta o investimento de parte desse dinheiro para as festas e presentes de final de ano. “Deve-se reservar uma parte para a confraternização de final de ano, devendo comprometer somente o necessário e fazendo pesquisas de preços para que o orçamento fique dentro do planejado”, analisa.

Se o objetivo é fazer o décimo terceiro render, Francivaldo aponta: “Primeiramente, fazer um bom planejamento; ter o domínio da sua realidade financeira; priorizar as contas; fazer reservas para gastos especiais; evitar gastos desnecessários e supérfluos; comprar somente o necessário”.

A dica final do professor também gira em torno do planejamento e foco nos objetivos do trabalhador. “Um bom planejamento e elaboração de diagnósticos da situação financeira, levando-se em consideração o acompanhamento e avaliação é sucesso garantido para uma boa saúde financeira e de afastar o endividamento”, finaliza.

 
 
 

 

 

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