Cotidiano
 
Alunos indígenas recebem treinamento sobre DSTs
Com a capacitação, intenção é transformar estudantes em multiplicadores de informações sobre prevenção e tratamento
 
Por - Redação I 07/06/2016 - 18:17 -
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Fotos: Divulgação
A oficina faz parte do projeto de extensão do curso de Gestão em Saúde Coletiva e tem carga horária de 40 horas
Curso está sendo ministrado pela Sesau, por meio da Coordenação de Vigilância em Saúde
Durante toda esta semana, 48 alunos do Instituto Insirikan, da UFRR (Universidade Federal de Roraima) participam de uma oficina de capacitação sobre Infecções Sexualmente Transmissíveis, promovida pelo Núcleo Estadual de Controle de DSTs/HIV da Sesau (Secretaria Estadual de Saúde).

A oficina faz parte do projeto de extensão do curso de Gestão em Saúde Coletiva e tem carga horária de 40 horas. A intenção do treinamento é transformar os estudantes em multiplicadores das informações sobre prevenção, diagnóstico e tratamento deste tipo de doenças.

“A oficina de capacitação caracteriza-se pela discussão teórica a partir da reflexão de vivências, respeitando os saberes e costumes de cada comunidade”, explicou Juliana Ferreira, gerente do Núcleo de Controle de DSTs/HIV.

CAUSA DE ÓBITOS

Também durante esta semana, a Sesau realiza o curso de formação de codificadores em causa básica de óbitos para 32 profissionais da Vigilância em Saúde dos 15 municípios do Estado.

Em parceria com o Ministério da Saúde, o curso tem o objetivo de capacitar o profissional para identificar as causa básicas de óbito. O gerente do Núcleo do Sistema de Informação e Saúde, José Vieira, explicou que a capacitação reduzirá erros que geram a falta de compreensão das declarações de óbitos.

Vieira explicou que o curso tem aulas teóricas e práticas nas quais os profissionais realizam uma simulação. “Os dados de óbitos são utilizados para conhecer a situação de saúde da população e gerar ações que facilitem a visualização desse cenário. Para isso, os dados devem ser fidedignos e refletir a realidade, para que sejam elaboradas políticas públicas voltadas para combater as principais causas de morte”, finalizou.

 
 
 

 

 

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