Cotidiano
 
Viveiro Agroflorestal é inaugurado
O Viveiro Agroflorestal Cláudio Delai, localizado na Usina Termelétrica Oliveira, na região do Monte Cristo, em Boa Vista, será inaugurado nesta quarta-feira, às 16 horas
 
Por - Redação I 01/06/2016 - 10:47 -
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Fotos: Neto Figueredo
A área de cultivo é uma compensação ambiental, ou seja, quando a empresa faz algum trabalho que envolve o meio ambiente, como forma de compensar o
O Viveiro Agroflorestal Cláudio Delai, localizado na Usina Termelétrica Oliveira, na região do Monte Cristo, em Boa Vista, será inaugurado nesta quarta-feira, às 16 horas. Trata-se de uma compensação ambiental definida em acordo com a Oliveira Energia e a Femarh (Fundação Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos).

A capacidade é de até um milhão de mudas que serão distribuídas aos produtores a partir do segundo semestre deste ano. O presidente da Femarh, Rogério Martins explica os efeitos do reflorestamento por meio do viveiro.

“Essas mudas serão distribuídas para recuperação de Áreas de Proteção Permanente e também para produtores. Assim, além de recuperar áreas degradadas, vai gerar renda com as mudas frutíferas”, reforçou Martins.

A Femarh está coordenando um grupo técnico que conta com a participação da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), da Seapa (Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Abastecimento), da Aderr (Agência de Defesa Agropecuária do Estado de Roraima) e da SFA (Superintendência Federal de Agricultura).

Esse grupo é responsável por fazer projetos para a agricultura familiar, a fim de recuperar as Áreas de Proteção Permanentes, e áreas de reservas legais, com plantio frutífero que além de recuperar o local, vai gerar renda para o produtor.

A área de cultivo é uma compensação ambiental, ou seja, quando a empresa faz algum trabalho que envolve o meio ambiente, como forma de compensar os impactos causados pela ação. Essa compensação é uma exigência da Fundação para o licenciamento ambiental da usina.

Foi firmado um TCA (Termo de Compensação Ambiental) entre a Oliveira Energia e a Femarh, garantindo a construção desse viveiro. O local será gerenciado pela Fundação com o objetivo de recuperar áreas degradadas.

“Toda atividade gera impacto ambiental. Algumas são possíveis sanar o impacto, mas as que não são possíveis, tentamos diminuir com a compensação ambiental” explicou Martins, ao informar que o viveiro trabalha com mudas frutíferas e madeiráveis para atender agricultura familiar e dar sustentabilidade dentro da produção rural. O viveiro vai gerar 15 empregos diretos.


 
 
 

 

 

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