Esportes
 
Terceira edição do Go Ladeira reúne veteranos e novos atletas dos esportes radicais
O Movimento Longboard Roraima está em sua terceira edição e reuniu cerca de 1.500 pessoas
 
Por - Redação I 16/05/2016 - 10:44 -
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Fotos: Igorh Martins
A galera dos esportes radicais agitou a avenida Getúlio Vargas neste final de semana
A galera do patins, do skate e da bicicleta radicalizaram no Go Ladeira, realizado neste domingo (15), na avenida Getúlio Vargas. O evento realizado pela Prefeitura de Boa Vista por meio da Fundação de Educação, Turismo, Esporte e Cultura (Fetec) e o Movimento Longboard Roraima, está em sua terceira edição e reuniu cerca de 1.500 pessoas, entre atletas profissionais e amadores e amantes dos esportes radicais.

O evento, além de proporcionar um momento de lazer aos participantes e espectadores, promove a troca de experiência entre os veteranos e os que estão começando a praticar um dos esportes. “Sem dúvidas esse é um evento que reúne a galera mais jovem e faz com que a gente troque figurinhas. Já participei de outros grupos anos atrás e hoje vejo uma galera mais nova entrando nesse esporte”, disse o skatista, Marcelo Santana, 38.

Foi a partir do Go Ladeira que a turma do patins decidiu reunir outros atletas para formar outro grupo, o Urbano. De acordo com o coordenador, Lucas Batista, 33, a equipe envolve veteranos e novos patinadores. “A gente decidiu criar o Urbano a partir de uma conversa entre amigos que patinava em outros grupos. O Go Ladeira só reforça essa paixão pelo esporte e acaba tirando muitos jovens da marginalidade”, destacou.

Um dos coordenadores do evento, Marcelinho Meirelles, reforçou a importância de a Prefeitura de Boa Vista apoiar o projeto, que consiste em fechar a rua para que esses esportes sejam praticados. “A novidade é a quantidade de praticantes e de público também. No início começamos de forma tímida e hoje somos um grande evento. A prefeitura tem investido cada vez mais nessas modalidades até mesmo pelo projeto Rua Livre que o pessoal do ciclismo tá testando pra que no futuro a gente possa estender para mais modalidades. O mais importante é que depois do evento eles continuam ocupando as ruas, por meio das praças e parques”, destacou.

 
 
 

 

 

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