Política
 
Suely Campos classifica confusão na Assembleia como desnecessária
Governadora convocou jornalistas, após confusão na ALE-RR na manhã desta terça-feira para tentar acalmar os ânimos
 
Por - Redação I 23/09/2015 - 10:00 -
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Fotos: Fernando Oliveira
A governadora reuniu os secretários para tentar minimizar a briga com o presidente da Assembleia Jalser Renier (PSDC)
Acompanhada de todo o secretariado, a governadora Suely Campos, em entrevista coletiva, lamentou o incidente ocorrido na Assembleia e disse que é preciso ter serenidade para seguir em frente e evitar que o caos se instale

Em entrevista coletiva na tarde desta terça-feira (22), a governadora Suely Campos, acompanhada dos secretários, minimizou as declarações de “guerra institucional” com o Executivo, feitas pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado Jalser Renier. “Quero paz para governar. Temos 127 mil votos de pessoas que confiaram em nosso trabalho”, pontuou.

“Acredito que tenha sido um momento de forte emoção e motivado pela pressão popular. Somos gestores, todos os dias nos deparamos com problemas para resolver”, comentou, ao observar que é preciso “ter serenidade para seguir em frente e evitar que o caos se instale”.

Ao ser questionada por jornalistas o motivo da secretária-Chefe da Casa Civil, Danielle Ribeiro Campos Araújo, ter ido à Assembleia protocolar o Projeto de Lei para Regularização Fundiária de Imóveis Urbanos em áreas pertencentes ao Estado, acompanhada dos representantes dos movimentos sociais, a governadora Suely Campos explicou que foi “um gesto simbólico, em respeito aos movimentos sociais, àquela população que esteve presente aqui”.

“Hoje o dia foi marcado por um importante avanço, atendendo a pessoas que clamam pela regularização de terras urbanas. Ainda pela manhã, foi realizado evento que marcou a assinatura da mensagem governamental do projeto de lei para que, pela primeira vez, o Estado possa ter uma legislação que regulamente a titulação de áreas urbanas, com a garantia da segurança jurídica a centenas de famílias residentes em Boa Vista, além de bairros do Cantá e Rorainópolis”, esclareceu.

Ela lamentou o incidente ocorrido na Assembleia e classificou o desgaste como “desnecessário”. “Mas agora à tarde enviamos o documento novamente para ser protocolado na Assembleia. Esperamos que os deputados sejam sensíveis às questões populares e aprovem a lei, que é um importante avanço para o Estado e que garante dignidade à população”.

 
 
 

 

 

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