Cotidiano
 
Forças policiais participam de reunião e articulam atuação nas fronteiras
O trabalho integra as forças de segurança pública, através da Sesp (Secretaria Estadual de Segurança Pública)
 
Por - Redação I 18/07/2015 - 12:42 -
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Fotos: Fernando Oliveira
Com a presença de representantes das instituições envolvidas, o titular da Sesp, João Batista Campelo, ressaltou a importância da integração pa
O GGI (Gabinete de Gestão Integrada) realizou na tarde desta sexta-feira (17), reunião de preparação para operação policial integrada, com o intuito de combater e enfrentar ilícitos oriundos das fronteiras do Estado.

O trabalho integra as forças de segurança pública, através da Sesp (Secretaria Estadual de Segurança Pública), as Polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Exército Brasileiro, além da participação de entidades fiscalizadoras, como a Receita Federal e Secretaria de Agricultura, entre outras.

Com a presença de representantes das instituições envolvidas, o titular da Sesp, João Batista Campelo, ressaltou a importância da integração para a repressão dos crimes. “Com a atividade de inteligência teremos uma atuação estratégica para desarticular o tráfico de drogas, armas e de pessoas”, resumiu.

O secretário também informou sobre o andamento de ações de integração com os países vizinhos, Venezuela e Guiana, para colaboração constante nas investigações e localização de criminosos.
Entre as novas iniciativas que serão colocadas em prática pela Sesp, está a implantação do Núcleo de Combate ao Crime de Lavagem de Dinheiro, no Deint (Departamento de Inteligência), e a ativação do Sinivem (Sistema Integrado Nacional de Identificação de Veículos em Movimento), uma ferramenta fundamental nas fronteiras.

Com apelo para participação do maior efetivo possível pelas instituições envolvidas, o planejamento da operação espera que, quando for o momento adequado para a deflagração, além de desarticular o crime, seja estabelecida em toda extensão do Estado, a criação do ‘Cinturão de Segurança’, que visa estabelecer a vigilância e atuação permanente, coibindo a entrada de armas e drogas no Estado.

 
 
 

 

 

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